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Café: tendência é de poucos e regionalizados negócios no Brasil

O mercado brasileiro de café deve ter cotações entre estáveis e mais altas e movimentação ainda regionalizada. Nova York tem ganhos moderados e o dólar opera no território negativo. As atenções seguem voltadas ao avanço da colheita no Brasil.


O mercado registrou preços estáveis nesta quarta-feira, 8. Apesar do fechamento em leve baixa para o arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) e o recuo do dólar, houve a manutenção das cotações. O fato de que NY teve ganhos em parte do dia e a própria volatilidade da bolsa e a procura regional pelos compradores determinou a estabilidade. Mesmo com as referências finais negativas para o café em NY e no dólar, o dia foi de mais negócios do que a terça-feira, quando a bolsa fechou em forte alta.


Entretanto, as negociações foram regionalizadas, apenas. No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa ficou em R$ 500 e 505 por saca, estável. No cerrado mineiro, preço de R$ 505 e R$ 510, inalterado. Já o café arábica “rio” tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais, com 20% de catação, teve preço de R$ 370 e 375 por saca, sem mudanças. O conilon tipo 7 em Vitória e Espírito Santo, teve preço de R$ 340,00 e 345,00 a saca, estável.


Por Agência Safras

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